Por Juliana Arancibia de Carvalho

Orientação: Prof. Carlos Frucci

São Paulo é diversidade, excentricidade. É cada um com sua tribo, mas todos de uma tribo só, a tribo paulistana, aquela que não passa despercebida, com suas gírias próprias e seu sotaque não assumido, porém inconfundível, “né, meu?”.

São Paulo é luta. É o trabalhador que levanta as 5 da matina e começa sua maratona, ônibus, trem, metro. Quando a tarde caí, hora de voltar para casa, hora de enfrentar um dos maiores engarrafamentos do país. Chega em casa exausto, faminto, sonolento, “falta muito para chegar sexta-feira? ”. Rotina para quem não tem medo de correr atrás do que é seu.

São Paulo é história. É cada canto com uma identidade própria, cada construção centenária cheia de memória. Theatro Municipal, Sala São Paulo, Estação da Luz, Copan, e tantos outros, que fazem parte da personalidade forte dessa cidade.

São Paulo é amor, mas também é ódio, ao mesmo tempo que acolhe um, abandona outro. É a cidade que não tem descanso, que não dorme, que vive 24h disponível. Quem não conhece quer conhecer, quem já conhece, quer voltar, e quem mora aqui certamente é um apaixonado assumido por essa cidade.

Não há como negar esse amor por São Paulo.